A versão apresentada pelo advogado representa exclusivamente a narrativa da defesa e deverá ser confrontada com os demais elementos reunidos durante a investigação policial.
O advogado Elson de Souza Novais, que representa o homem apontado como suspeito pela morte de Diana Rodrigues, 30 anos, registrada na noite de domingo (23), em Campo Mourão, apresentou à Polícia Civil, ontem, terça-feira (25), a versão do investigado sobre o que teria acontecido.
Segundo o advogado, o suspeito afirma que conheceu Diana em uma conveniência após passar o dia em festas. Conforme o relato apresentado pela defesa, a mulher teria feito o convite para que os dois deixassem o estabelecimento e fossem até outro local para conversar e namorar.
Ainda de acordo com a versão do suspeito, antes que qualquer relacionamento tivesse início, os dois teriam sido surpreendidos pela chegada de um homem em uma motocicleta.
O indivíduo teria chamado por Diana e, em seguida, efetuado disparos contra os dois. Conforme o relato, os tiros atingiram apenas a mulher, enquanto o atirador fugiu do local.
O advogado afirmou que o suspeito ficou bastante abalado após o episódio e procurou o pai, que posteriormente contratou a defesa. Segundo o defensor, desde segunda-feira a equipe tentava apresentar o homem à autoridade policial para que ele pudesse prestar esclarecimentos, o que ocorreu somente na terça-feira.
A defesa afirma que o homem se apresentou espontaneamente e prestou sua versão dos fatos à Polícia Civil. A investigação deverá esclarecer a dinâmica do crime, identificar a autoria dos disparos e determinar as circunstâncias que levaram à morte de Jéssica Rodrigues.
A versão apresentada pelo advogado representa exclusivamente a narrativa da defesa e deverá ser confrontada com os demais elementos reunidos durante a investigação policial.
O CRIME
Diana foi morta a tiros, na noite de domingo, 23, na rua Nelson Teodoro de Oliveira, no conjunto Porto Feliz, região do jardim Cidade Nova.
Após ouvirem os disparos, moradores do bairro foram ao local e encontraram o corpo da vítima.
Testemunhas disseram que um veículo GM/Vectra de cor branca teria saído em alta velocidade do local. O veículo foi localizado e apreendido na segunda-feira. A polícia segua investigando o caso.
Em tempo: Os nomes e imagens dos envolvidos, não foram divulgados pelas autoridades com base na nova Lei de Abuso de Autoridade (LEI Nº 13.869/19), que entrou em vigor em 2019, impedindo que policiais divulguem nomes e as imagens de pessoas que ainda não foram condenados pelos crimes que estão sendo acusados ou das pessoas que participam da situação ocorrida.
Fonte: Tá Sabendo - Redação - www.tasabendo,com.br
Postagem do jornalista Claudinei Prado - MTPS 23.455/SP e IFJ 674 BR.






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