A Polícia Civil do Paraná (PCPR) divulgou uma nova atualização sobre o desaparecimento das jovens Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, em Cianorte, trazendo um avanço considerado decisivo nas investigações.
O principal suspeito do caso já foi identificado e é apontado como peça central na apuração. De acordo com a polícia, o homem, de 39 anos, utilizava uma identidade falsa para ocultar seu verdadeiro nome e evitar a ação da Justiça. Ele foi identificado como um empresário, bem conhecido.
As investigações indicam que ele levava uma vida sob identidade falsa, o que pode ter facilitado sua aproximação das jovens sem levantar suspeitas.
Para a polícia, ele é, até o momento, o principal elo entre o desaparecimento das vítimas e a possível ocorrência de um crime mais grave.
Com base em depoimentos, reconhecimentos formais, análise de deslocamento e relatórios investigativos, a principal linha de investigação da PCPR passou a considerar a hipótese de homicídio.
Diante disso, foi solicitado à Justiça o pedido de prisão temporária do suspeito, que já recebeu parecer favorável do Ministério Público e aguarda decisão judicial.
Outro ponto relevante é que o último registro de atividade das jovens nas redes ocorreu na madrugada do dia 21 de abril, pouco tempo depois de terem sido vistas pela última vez.
REVIRAVOLTA
Inicialmente tratado como o desaparecimento de três pessoas, o caso teve uma mudança significativa com a identificação do suspeito. Até então, um empresário local, muito conhecido, também era considerado desaparecido.
No entanto, a investigação revelou que se tratava da mesma pessoa, que utilizava um nome falso.
As jovens e o suspeito foram vistos pela última vez no dia 20 de abril, quando saíram das cidades de Cianorte e Jussara em uma caminhonete Hilux escura, com destino a um show em Porto Rico. Desde então, não houve mais contato com familiares.
O desaparecimento foi registrado oficialmente no dia 23 de abril. Desde então, as forças de segurança intensificaram as buscas, com equipes realizando diligências e levantamentos de informações.
A Polícia Civil reforça o pedido para que qualquer informação sobre o paradeiro do suspeito seja repassada de forma anônima pelos telefones 181, 190 ou 197.
A participação da população é considerada fundamental para o avanço das investigações.
O caso segue em andamento e novas informações devem ser divulgadas conforme o progresso dos trabalhos policiais.
Em tempo: Os nomes e imagens dos envolvidos, não foram divulgados pelas autoridades com base na nova Lei de Abuso de Autoridade (LEI Nº 13.869/19), que entrou em vigor em 2019, impedindo que policiais divulguem nomes e as imagens de pessoas que ainda não foram condenados pelos crimes que estão sendo acusados ou das pessoas que participam da situação ocorrida.
Fonte: Tá Sabendo - Redação - www.tasabendo,com.br
Postagem do jornalista Claudinei Prado - MTPS 23.455/SP e IFJ 674 BR.



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